Projeto Destruindo O Diário

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[LIVRO] ESPECIAIS

Título: Especiais
Título Original: Specials
Editora: Galera Record
Autor: Scott Westerfeld
Páginas: 352

Sinopse:

Circunstâncias especiais. As palavras dão arrepios a Tally desde seus dias como uma repugnante e revoltada Feia. Naquela época, especiais eram um boato sinistro - assustadoramente bonitos, perigosamente fortes, chocantemente rápidos. Perfeitos comuns podem viver uma vida inteira sem conhecer um especial. Mas Tally nunca foi comum. E agora ela se tornou um deles: uma super máquina de combate, construída para manter os feios humilhados e os perfeitos idiotas. A força, a velocidade, e a clareza e foco de seus pensamentos é a melhor coisa que Tally consegue lembrar. Na maior parte do tempo. Uma pequena parte do seu coração ainda se lembra de algo mais. Mesmo assim, é fácil ignorar isso - até Tally oferecer-se a acabar permanentemente com os rebeldes de Nova Fumaça. Tudo se resume a uma escolha: escutar seu coração ou realizar a missão para que foi programada. De qualquer jeito, o mundo de Tally nunca mais será o mesmo.
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Finalmente consegui chegar ao fim dessa trilogia escrita pelo Scott Westerfeld. Pra quem acompanha o blog e o canal deve ter visto que a minha relação tem sido um tanto difícil. Feios me conquistou e foi uma leitura muito boa, rápida, fluída, evolvente, do jeito que se espera de uma distopia. Já Perfeitos foi um completo desastre de tamanhos absurdos; um livro tão mal trabalhado que me prendeu durante quase dois meses em sua leitura e me fez perder o tesão na história em geral, por isso empurrei Especiais com a barriga, não querendo empacar em outro livro.


No começo do ano prometi que só começaria a ler novas trilogias e séries depois que fechasse as que estavam em aberto, ou seja, tinha que ler Especiais! Foi por isso que, no mês de fevereiro, eu resolvi que essa seria a minha leitura. Por culpa do receio da decepção de Perfeitos se repetir, acabei enrolando quase um mês inteiro com ele, mas acontece que o livro em surpreendeu de diversas formas e retomou a qualidade de escrita, enredo e desenvolvimento presentes em Feios.

Depois da monotonia de Perfeitos, onde Tally e Zane passam o livro todo pensando em como fugir do controle da cidade e blábláblá e sendo borbulhantes e enfim, Especiais vem pra fechar a trilogia com chave de ouro com ação e elementos que fizeram falta no seu antecessor.

Pela primeira vez, em toda a trilogia, Tally Youngblood deixa de ser a típica mocinha chata que ninguém suporta e passa a poder ser vista como uma mulher forte que tem o poder de decidir sua vida. Isso se dá, talvez, por Tally voltar a ser centro da história, sem muitos secundários à sua volta, roubando sua atenção.

Em Perfeitos, Scott adicionou o típico elemento romântico de distopias: um trio. Acontece que, por arrependimento ou por opção de melhor desenvolvimento da história, ele percebeu que aquilo não ia dar em nada e que a ideia de indecisão que ele quis implantar em Tally, de fato, não existia. A forma como ele resolveu esse trio me pareceu um pouco precipitada e até mesmo estranha, mas ao menos ele resolveu e isso merece pontos.

Pra quem não sabe, a série de Scott é considerada a percursora do gênero distópico. Antes de Divergente, Jogos Vorazes e tantos outros, foi Feios quem inovou com essa ideia de mundo pós-apocalíptico regido por um sistema de dominação alienada (Feios foi lançado em 2005, nos EUA). 

Ao meu ver o final de Especiais foi pouco explorado. Pareceu que Scott estava mais preocupado em dar uma lição de moral sobre as críticas políticas e sociais que foram feitas sutilmente (mais forte em Especiais) ao longo da trilogia do que com finalizar a história. Daria para desenvolver uma coisa ou outra de uma forma que não causasse estranhamento do leitor e que fechasse melhor a história de Tally.

Ainda não o li, mas realmente não vejo muito sentido no quarto livro (que é um "spin-off" da trilogia). Extras conta a história de uma outra personagem num momento posterior ao término de Especiais e me pareceu sem fundamentos, uma vez que não foi criada uma nova história completa com isso. Acho que foi mais visando um lucro do autor do que a importância para a história, em si. Enfim, veremos... 




[FILME] Ela

Filme: Ela
Título Original: Her
Ano: 2014

Sinopse:


Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.

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Segundo filme da (fracassada) Maratona do Oscar e, nossa, ainda não faço ideia do que falar direito sobre ele. A complexidade do roteiro de Spike Jonze e a premissa de se falar de um relacionamento de uma forma tão diferente da que todos estamos acostumados a ver nas telonas e nos livros acaba cativando e, talvez para muitos, assim como pra mim, segue uma linha de pensamento muito particular e diferente quanto à "o que é o amor".


Um filme maravilhoso que não faz nenhum esforço para ser, apenas é. Personagens bem construídos e, em grande maioria, muito bem aproveitados. Theodore poderia ser mais um homem solitário que chora pelos cantos e pragueja a sua própria vida, mas nada em "Ela" é tão clichê dessa forma. Joaquin Phoenix está maravilhoso e carrega o sofrimento do personagem nas suas multifaces. Outro ponto à ser parabenizado é a dificuldade de atuar e interagir com uma pessoa que não está presente, de fato. 

Ainda quanto ao elenco, "Ela" não peca em nenhuma escolha. A voz de Samantha não poderia ser mais sensual e misteriosa e sabe lá Deus mais o que do que Scarlett Johansson consegue transmitir. Aliás, Spike teve a sacada genial de escolher uma voz marcante o suficiente para que a identificação do telespectador seja imediata. Mesmo sem a presença de Scarlett, é possível imaginar a atriz em cena, sussurrando no ouvido de Theodore.

"Às vezes eu acho que já senti tudo que eu deveria sentir. E que não sentirei nada novo a partir de agora, só versões menores do que já senti"
Amy Adams completa o grupo principal e, mesmo sem ser a principal, garante seu espaço ativo ao longo do filme e as conversas entre Amy (a personagem tem o mesmo nome da atriz) e Theodore acabam gerando alguns dos melhores quotes do filme. 


A fotografia do filme é bonita de se ver e de se admirar. Spike definitivamente deu tom à sua obra. No roteiro, na produção e na direção é possível ver marcas próprias. Depois de filmes com o pessoal do Jackass, foi bom ver esse outro lado dele. Algumas cenas são excepcionais e garantem um sentido muito maior do que realmente possuem, como a primeira vez entre Theodore e Samantha. A escolha de Spike por escurecer a tela nos permite visualizar exatamente o que ele queria passar: o envolvimento dos personagens.


Quanto à história, bom, é muito difícil falar de algo que mexa tanto com você ou que bata exatamente com coisas que você pensa para sua vida. A definição de amor ser algo além do contato físico, além da realidade, é sensacional e muito bem reproduzido no filme. É interessantíssimo ver essa definição ser tão forte para Samantha à ponto de Theodore passar a aprender com ela. E ele aprende e, mais do que isso, aceita, o que nos mostra um complemento à essa visão de amor.

"Qualquer pessoa que se apaixone é uma aberração. É algo louco de se fazer. Uma forma socialmente aceitável de insanidade"
"Ela" é um filme maravilhoso e eu já me sinto completamente triste por não ter recebido a atenção adequada nas premiações que já aconteceram e também porque, infelizmente, não receberá no Oscar. Faz jus à indicação de Melhor Filme, mas infelizmente, creio que perca. Tem chances com Trilha Sonora, Roteiro Original e Design de Produção.





[FILME] O Lobo de Wall Street

Filme: O Lobo de Wall Street
Título Original: The Wolf of Wall Street
Ano: 2014

Sinopse:

Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
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Todo ano, quando vem chegando a época de premiações eu digo à mim mesmo: vou fazer uma maratona de filmes do Oscar. Resultado: nunca faço. Esse ano eu, mais uma vez, resolvi que assistiria, resenharia e depois faria minhas apostas quanto à premiação... acontece que eu vi o primeiro filme hoje, sábado. E, claro, apareceram outras coisas e a vontade de realizar a maratona foi pelo ralo..


O primeiro filme que eu resolvi assistir foi um dos mais aclamados e também odiados pela crítica. "O Lobo de Wall Street" conta com direção de Martin Scorsese e protagonistas de peso com Leonardo DiCaprio e Jonah Hill (além da breve participação de Matthew McConaughey). Inspirado numa história real e contando a história de um corretor trapaceiro de Wall Street, o filme envolve com certa espetacularização a vida de drogas, mulheres e dinheiro de Jordan Belfort.


Primeiro fato a ser comentado, talvez, seja a atuação de DiCaprio. Não o vejo tão bom há tempos e, apesar de aparentemente mais velho, ele mostra que a idade apenas lhe trouxe maturidade para um papel como esse. Pra quem tá acostumado com DiCaprio em dramas e situações de romance, pode estranhar a comédia sutil e a loucura entorpecente das drogas de seu personagem. Acho que foi justamente essa contraposição de gêneros que o tornou tão bom para o papel.

Além de DiCaprio, temos Jonah Hill, que particularmente não me agradou. De início o personagem me pareceu pouco trabalhado e sem importância real para o enredo, mas ao longo do filme vemos seu crescimento. Já Jonah, infelizmente, não cresce junto com seu personagem e foi totalmente ofuscado por DiCaprio. Apesar do filme ser classificado como comédia e essa ser a área de Jonah, o frescor de DiCaprio para a área desce muito melhor.



Em partes técnicas, vale citar o uso das belas paisagens da Suíça, Itália e até mesmo NY cooperando de forma sutil para a fotografia do filme. Para quem não gosta de filmes com palavrões, sexo ou qualquer tipo de apologia, definitivamente não deve assistir "O Lobo de Wall Street". Ao longo do filme, segundo a revista Variety, a palavra porra (fuck) e suas variações no inglês foram citadas nada menos que 506 vezes. Junto disso temos muito barbitúrico, cocaína, remédios e sexo. Uma escolha bastante arriscada de Scorsese, diga-se de passagem, mas que funciona bem com o caráter destrutivo/espetacular do enredo.

O filme foi indicado em 5 categorias da premiação: Direção, Ator, Ator Coadjuvante, Roteiro Adaptado (lembrando que o filme é adaptado do livro homônimo lançado aqui no Brasil pela Editora Planeta) e Melhor Filme. Vendo de uma forma ainda crua em relação aos outros filmes, acho que tem grandes chances com Leonard DiCaprio levando Melhor Ator e, correndo por fora, em Melhor Direção.







[LIVRO] Bom de Briga

Livro: Bom de Briga
Título Original: Fighting Ruben Wolfe
Editora: Bertrand Brasil
Autor: Markus Zusak
Páginas: 208
*clique na imagem ao lado para ver a capa completa*


Sinopse:

Se no primeiro título o autor traz um romance de formação de um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida, agora ele exibe dois irmãos em busca de um propósito na vida. Bom de briga retrata a evolução dos irmãos Cameron e Ruben Wolfe como seres humanos. No primeiro livro, a dupla estava sempre atrás de algo errado para fazer. Dessa vez eles entram no mundo das lutas amadoras de boxe, buscando independência para suas vidas. Enquanto Ruben mostra um talento nato para a coisa, o outro tenta apenas sobreviver. Tudo que é ruim é normal no dia a dia da família Wolfe - como os silêncios, as brigas, a pobreza, a mediocridade. Eles já se acostumaram com isso e sempre têm uma justificativa para tanto. Cameron, o mais novo, é o exemplo do jovem batalhador. Desde cedo apanha e se levanta, mostrando que o que importa não é a força da pancada, mas se você tem a força necessária para se reerguer.
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Minha história com os Irmãos Wolfe começaram em "O Azarão", no ano passado e só vai chegar ao fim esse mês - assim que eu terminar de ler "A Garota Que Eu Quero". Depois de ter lido o primeiro livro da trilogia, eu só reencontraria Ruben e Cameron em dezembro, quando ganhasse "A Garota Que Eu Quero" (o terceiro livro da trilogia) de presente de natal. Estava impossibilitado de continuar a ler a história de Zusak, até que em janeiro a mesma pessoa resolveu me dar "Bom de Briga". Por isso, então, muito obrigado Juliano!

"Bom de Briga" é o segundo livro da trilogia e nele podemos ver o crescimento não só de Cameron e Ruben Wolfe, como também de Markus Zusak. Como eu disse na resenha de "O Azarão", a escrita de Zusak ainda não estava carregada da maturidade que vemos em "A Menina Que Roubava Livros", mas é considerável a melhora e o crescimento do mesmo entre o primeiro e segundo livro da trilogia.
"Um lutador pode ser um vencedor, mas isso não faz de um vencedor um lutador"
A leitura é bem fácil, porque além de poucas páginas e escrita sem muitos problemas de palavras e termos estranhos, a edição da Bertrand é espaçada e faz com que cada página passe correndo pelos seus olhos. Zusak cresce e aumenta em satisfatório número o uso de frases de efeito e partes de reflexão dos personagens. 

Acho que é marca registrada de Zusak, para essa trilogia, trabalhar a relação de intimidade com os personagens. Se em "O Azarão" a cada final de capítulo éramos presenteados com os pesadelos de Cameron, em "Bom de Briga" temos os diálogos noturnos entre os irmãos e as reflexões internas de Cameron.
"Acho que, quando você perde seu orgulho, mesmo que só por um instante, percebe o quanto ele significa para você."
Ponto interessante a ser comentado são os títulos traduzidos da série. De fato, é trabalhado superficialmente o lado "azarão" de Cameron no primeiro livro, mas, com esse livro, passamos a entender o significado do título do primeiro e do segundo livro.

Achei que essa trilogia seria superficial ou leviana, mas com o segundo livro Zusak me mostra que nada é leviano e muito menos superficial. Zusak encanta pela escrita e pela originalidade em escrever sobre perdedores que preferem ser lutadores do que apenas vencedores. Os Irmãos Wolfe se mostram personagens reais e completos muito bem trabalhados pela visão de um dos melhores autores que eu já tive o prazer de ler. "Bom de Briga" é melhor que "O Azarão" e, se seguirmos essa linha, posso arriscar que "A Garota Que Eu Quero" será melhor ainda.
"Você não acha engraçado como o tempo parece fazer um monte de coisas? Ele voa, ele diz e, o pior de tudo, ele acaba."

[LIVRO] Psicose

Livro: Psicose
Título Original: Psycho
Editora: DarkSide
Autor: Robert Bloch
Páginas: 240
*clique na imagem ao lado para ver a capa completa*



Sinopse: 


Livro que deu origem ao mais famoso filme de suspense de todos os tempos. Psicose conta a história de Marion Crane, que foge após roubar o dinheiro que foi confiado a ela depositar num banco. Ela então vai parar no Bates Motel, cujo proprietário é Norman Bates, um homem atormentado por sua mãe controladora. Belo suspense, de tirar o fôlego!

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Estou escrevendo essa resenha no momento exato em que terminei de ler o livro. E nossa, como? Isso é possível? Existem casos assim? Sério, não sei o que pensar. E é isso que eu busco em um livro, que ele me deixe sem reação.

Casa de Norman, retratada no filme de Hitchcock

Busquei o livro Psicose por conta da série Bates Motel - antes não tinha interesse nenhum nele e aquela capa nunca me chamou atenção. Demorei uma eternidade pra entender que aquilo era um ralo com sangue escorrendo por ele... mas felizmente conheci Bates Motel e felizmente busquei por Psicose.

No livro conhecemos Norman Bates, um homem de 40 anos, que nunca namorou, nem morou em outro lugar que não fosse a casa atrás do velho motel que administrava com a sua mãe. Como uma estrada nova havia sido construída, há alguns anos o motel teve o número de hóspedes reduzido e vez ou outra aparecia alguém para se hospedar no motel dos Bates.



Certo dia uma moça, chamada Mary, aparece meio perdida no motel e decide ficar por ali, para passar a noite. Vendo que a mulher estava muito cansada e com fome, Norman a convida para fazer um lanche na sua casa. Ela aceita e lá conhece a velha casa onde Norman vive. Percebe o comportamento estranho dele e presencia um breve acesso de raiva. Mary então decide voltar para o seu quarto, onde ela toma um banho e onde nós presenciamos a clássica cena de sua morte, eternizada no filme Psicose de Alfred Hitchcock.

A partir daí todos começam todos começam a procurar por Mary. Um detetive contratado pela empresa onde ela trabalhava, pois era acusada de roubar 40 mil dólares e havia fugido com o dinheiro, seu noivo Sam e sua irmã Lila.


Psicose é um livro antigo, de 1959, e pelo que fiquei sabendo deu uma guinada no gênero terror/policial, e ainda assim tem uma ótima escrita, um ótimo enredo e um final que conseguiu me surpreender, não esperava nem um pouco por aquilo. Acho que o melhor de tudo foi nunca ter assistido Psicose, o que não estragou o final, mas me deu muita vontade de assistir.


Quanto a edição do livro, não poderia haver coisa mais linda, parabéns a Darkside Books. É uma edição linda, a parte gráfica é incrível, a transição de capítulos, perfeita, e olha que a minha edição é a normal. Já tive oportunidade de ver a edição deluxe, e é mais que

perfeita, com capa dura, ilustrações e tudo mais. Acho que ninguém nunca vai ter o que reclamar da Darkside, talvez das falas por serem colocadas com aspas, ou o preço salgado de alguns livros, mas mesmo assim vale muito a pena. Não lembro de uma editora atual com tanto cuidado com a parte gráfica de um livro.


Psicose é um livro fácil, de leitura bem rápida e que consegue prender muito bem a atenção, me deu um maior gosto pelo gênero e com certeza vou ler mais os livros policiais que tenho na minha estante, que eu estava evitando sabe-se lá por qual motivo.